QUEM É RENAN SANTOS
Neste vídeo, Renan Santos conta sua própria história em resposta à curiosidade gerada por sua aparição em uma pesquisa presidencial com 2%, mesmo sem o Partido Missão estar formalizado.
Origens e formação: Renan nasceu em São Paulo, no bairro Operário da Mooca, em 14 de fevereiro de 1984. Filho de um advogado e uma psicóloga, era um aluno estudioso e interessado por Fórmula 1, animes e política. Passou na Faculdade de Direito da USP, onde desenvolveu o gosto pela política e fundou seu primeiro partido político, chegando a organizar uma palestra com Henry Cristo. Após sofrer um golpe de colegas no partido estudantil, abandonou a faculdade.
Carreira empresarial: Passou a trabalhar com seu pai e um grupo de empresários reestruturando empresas em dificuldade financeira durante o governo Lula. Apesar de processos judiciais herdados de sócios antigos, conseguiu manter empregos e aprender a lidar com pressão de sindicatos, imprensa e as dificuldades financeiras.
Encontro com a corrupção policial: Durante o governo Dilma, com a crise econômica e as manifestações de 2013, Renan descobriu o “achaque policial”: policiais tentaram plantar drogas na empresa de seu pai para incriminá-lo e extorqui-lo. Ele denunciou o caso, participou de uma operação com o Ministério Público e a Corregedoria da Polícia, prendeu os policiais corruptos e recebeu uma medalha do MP.
Fundação do MBL: Logo depois, fundou o Movimento Brasil Livre (MBL) com amigos. O movimento participou das maiores manifestações da história do Brasil, paralelamente à Operação Lava-Jato. Amigos de Renan se elegeram deputados (Kim Kataguiri, entre outros), enquanto ele manteve um papel de articulador e administrador do movimento, sendo o maior alvo de críticas da imprensa.
Relação com Bolsonaro: Renan afirma que nunca acreditou em Bolsonaro, considerando-o uma “farsa” — algo que teria sido comprovado pela fraqueza do ex-presidente nos anos seguintes. Ele defende que é possível ser de direita, enfrentar o petismo e ser duro com criminosos sem se ajoelhar para políticos populistas. Durante o governo Bolsonaro, foi investigado pela PF, COAF e polícia civil, sendo absolvido em todas as ocasiões.
Crescimento do MBL e fundação do Missão: O MBL cresceu, criou uma academia de lideranças, o clube Vale Mais, uma revista e o Partido Missão — descrito como o partido montado mais rápido da história do Brasil em número de estados e fichas validadas, com mais de 547 mil membros. O partido propõe o Livro Amarelo, com tratamento inédito para criminosos, industrialização do Nordeste e enfrentamento das desigualdades regionais.
Convocação: Renan encerra convocando os brasileiros para uma “guerra” contra o crime organizado, afirmando que não será fácil, mas que daqui a 40 anos as pessoas poderão se orgulhar de terem estado ao lado certo.
Principais temas abordados
- Segurança Pública — guerra ao crime organizado, prender e matar lideranças de facções
- Partido Missão — história da fundação, recorde de filiações, Livro Amarelo
- Desigualdade Regional e Migração Interna — industrialização do Nordeste
- Crítica à Direita Tradicional — Renan nunca acreditou em Bolsonaro; crítica à direita que se ajoelha a políticos populistas
- Mídia e Imprensa — Renan como principal alvo de críticas da imprensa; matérias mentirosas
- Empobrecimento e Mercado de Trabalho — crise econômica do governo Dilma, empresas quebrando
- Kim Kataguiri — amigo que se elegeu deputado pelo MBL
- Jair Bolsonaro — Renan nunca acreditou nele, classifica como “farsa”
Pessoas mencionadas
- Kim Kataguiri — amigo de Renan, eleito deputado, um dos fundadores do MBL
- Jair Bolsonaro — Renan nunca acreditou nele; considera que sua fraqueza ficou comprovada
- Dilma Rousseff — governo marcado por crise econômica que quebrou empresas
- Lula — governo em que as empresas que Renan reestruturava estavam quebrando
